Dia 21/10 aconteceu o futebol “ENTRE AMIGOS”. Contamos com a presença dos pacientes em recuperação no HOJE, Hospital Dia e Casas de David.

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II Semana Cultural Hoje

A depressão aumenta os níveis de cortisol – conhecido como hormônio do estresse – tanto em homens quanto nas mulheres, porém apenas elas sentem o efeito desse processo no peso, segundo pesquisa da Universidade do Estado da Pensilvânia, nos EUA. De acordo com a pesquisadora Elizabeth J. Susman, esse hormônio que regula diversas funções metabólicas no organismo pode levar apenas as mulheres à obesidade. Em testes com 111 garotos e garotas com idades entre oito e 13 anos, os especialistas observaram que a presença de sintomas depressivos estava associada com picos nos níveis de cortisol na saliva dos participantes. Mas testes de estresse mostraram que maiores reações do cortisol ao estresse estavam associadas à obesidade apenas entre as meninas.

Baseados nos resultados, os pesquisadores destacam que, “se a depressão for tratada precocemente, isso poderia ajudar a reduzir os níveis de cortisol e, assim, ajudar a reduzir a obesidade”. Por isso, eles recomendam maior atenção dos pais e dos profissionais de saúde a sintomas de depressão entre as crianças, e ressaltam a necessidade de abordagens de saúde pública direcionadas à redução da depressão e da obesidade.
Fonte: http://www.wagnersilvadantas.com.br/

Claudio Gil Soares de Araújo (Diretor-médico da Clínica de Medicina do Exercício (Clinimex); coordenador do Curso de Especialização em Medicina do Exercício e do Esporte da Universidade Estácio de Sá – Unesa)

Exercitar-se regularmente é um investimento para uma vida saudável. Para começar um programa de melhoria de condição física, um médico, especialista em exercício físico e esporte, deverá lhe examinar e analisar os resultados dos seus exames, avaliando as suas opções de local e tipo de exercícios e prescrevendo a sua dose diária ou semanal de atividade física. Ao iniciar o programa, estabeleça metas realistas e gradativas de progressão para dose, freqüência e intensidade dos exercícios. Sua hidratação, roupas e calçados deverão ser apropriados ao exercício. O princípio do treinamento é difícil, porém os benefícios fisiológicos começam a ocorrer já nas primeiras horas após a primeira sessão de exercício. Se o médico pedir um teste de exercício (também conhecido como teste ergométrico), é preferível submeter-se ao teste cardiopulmonar de exercício, que mede a condição aeróbica (ao invés de estimar) e possibilita identificar a faixa de freqüência cardíaca mais adequada à sua atividade.

Não adianta muito fazer exercícios algumas semanas ou meses e parar. A regularidade do exercício deve fazer parte de sua vida, inclusive nas férias. Coloque o exercício físico como uma das suas prioridades. Busque apoio na família e nos amigos. Boa e saudável caminhada, corrida, pedalada… patinada!

Importante saber

  • A respiração durante os exercícios físicos deve ser natural, utilizando-se mais a boca para que o ar inspirado ou expirado encontre menos resistência ao transportar o oxigênio necessário à atividade.
  • Os cientistas advertem: má condição aeróbica é mais prejudicial à saúde do que ser hipertenso ou ter colesterol elevado.
  • A escolha do calçado desportivo é fundamental, dependendo do peso, do tipo de pé, da pisada e da modalidade esportiva.
  • A intensidade do exercício pode ser monitorada pela freqüência cardíaca (FC).
  • A FC de exercício deve ser individualizada, idealmente com base nos resultados de um teste cardiopulmonar de exercício, evitando-se o uso de equações baseadas em idade.

E não esqueça: exercício é como remédio, tem que ser na dose certa.

Fonte: http://www.wagnersilvadantas.com.br

A depressão é uma doença que tem se tornado comum entre os brasileiros. Seus sintomas vão de crises de choro a dores no estômago. O quadro dessa doença é muito variável, o que dificulta seu diagnóstico. Mas podemos afirmar uma coisa: independente do caso, correr é um dos melhores remédios.

Todo mundo já se sentiu triste alguma vez. Seja por ter perdido o emprego, ter brigado com o (a) namorado (a) ou porque o time do coração perdeu aquele título tão esperado. Até aí, normal. Só que tem gente que sente isso quase que diariamente. É então que deixa de ser um simples estado depressivo e passa a ser uma patologia.

“A depressão é um transtorno do humor. A pessoa em depressão reage de forma inadequada a questões afetivas, por exemplo. Na vida, uma hora ganhamos, na outra, perdemos. O depressivo acha que só perde”, explica o médico do esporte, Dr. Renato Romani.

É aí que entra em cena a prática de exercício físico. Segundo o Dr. Romani, a corrida é um coadjuvante importante no tratamento dessa doença. “O papel da corrida é auxiliar no tratamento da depressão. Com o auxílio dela, posso diminuir a dose de um remédio, mas não tirá-lo totalmente”.

Esse é um dos objetivos do antidepressivo, aumentar a produção desse hormônio. Quando corremos, nosso corpo libera um nível maior da serotonina, que é mais conhecido como o hormônio do humor, aquele que nos dá uma sensação de prazer, como quando comemos chocolate. Mas além do lado físico, tem também a contribuição do exercício para o lado psicológico. A corrida aumenta a auto-estima, mostra para o atleta que ele é capaz, ou seja, isso lhe estimulará a correr cada vez mais.

A eficácia da corrida é tão grande, que a Associação Médica Americana receita, como um remédio, a prática da mesma. “Como quem corre segue uma planilha, quanto mais cansativa a carga, melhor para a depressão”, afirma o médico.

Um dos fatores que mais desencadeiam a depressão é o estresse, principalmente nas cidades grandes. Por isso, aí vai uma dica do doutor: “temos que conviver com o estresse de viver”, que tal fazer isso com mais prazer?